Pular para o conteúdo
Caderno de Estudos · Estudo nº 004 · 404 versículos em 404 dias

Apocalipse 1:4: Graça e paz às sete igrejas

Leia primeiro. Assista depois. Guarde para sempre.

✦Onde paramos

Nos três primeiros estudos, vimos o que o Apocalipse é (uma revelação de Jesus, não um enigma para assustar), quem garante que é verdade (João, testemunha fiel de tudo o que viu) e quem recebe a bênção dele (quem lê, ouve e guarda).

Hoje a carta finalmente começa a valer. É como quando você abre um envelope e, depois do selo e do endereço, chega a primeira frase de quem escreveu. João vai dizer para quem está escrevendo, e, logo em seguida, vai apresentar Deus com um dos nomes mais impressionantes de toda a Bíblia.

✦Como usar este caderno

Este caderno é para todo mundo: para quem nunca estudou o Apocalipse, para quem sempre quis entender e achou difícil, e para quem já conhece o livro e quer ir mais fundo. Você não precisa saber nada antes de começar: cada palavra difícil será explicada na hora em que aparecer. Vamos juntos, um passo de cada vez.

Siga esta ordem simples:

Depois de estudar, assista ao vídeo deste versículo no Entre Revelações. Primeiro a Palavra, depois a explicação. Essa ordem muda tudo.

✦Oração de abertura

Pai, eu quero conhecer o teu nome mais de perto hoje. Tu és o Deus que sempre foi, que é agora e que virá. Recebo a tua graça e a tua paz sobre a minha vida neste momento. Enche-me do teu Espírito enquanto eu estudo. Em nome de Jesus, amém.

✦O versículo de hoje

APOCALIPSE 1:4
“João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono”
Almeida Revista e Atualizada (ARA)

Leia o versículo duas vezes, devagar. Repare que ele descreve Deus usando três tempos verbais ao mesmo tempo: é, era, há de vir. Não é acidente: é o coração do estudo de hoje.

✦ Nota sobre o texto original

Essa parte parece complicada, mas a ideia é muito bonita.

1. Quando Deus apareceu a Moisés na sarça ardente, Moisés perguntou qual era o seu nome. Deus respondeu: “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3:14). Na tradução grega do Antigo Testamento, essa resposta aparece com a expressão ὁ ὢν (ho ón), que significa “Aquele que É”.

2. Ao escrever o Apocalipse, João usa a mesma expressão grega: ὁ ὢν (ho ón). Em vez de apenas dizer “da parte de Deus”, ele escreve: “da parte daquele que é, que era e que há de vir”. Assim, João faz uma referência direta ao Deus que se revelou a Moisés como “EU SOU”.

3. João ainda amplia essa revelação. O Deus que disse “EU SOU” não está preso ao tempo. Ele é “aquele que é” (presente), “que era” (passado) e “que há de vir” (futuro). Ou seja, Ele é o Deus eterno, que existia antes de todas as coisas, reina hoje e continuará reinando para sempre.

4. Antes mesmo de falar sobre profecias, selos ou juízos, João já revela quem está no controle de toda a história: o eterno “EU SOU”.

✦Panorama: o que este versículo diz

Depois de três versículos de introdução, a carta começa de verdade. E ela começa do jeito que praticamente toda carta do Novo Testamento começa: identificando quem escreve, quem recebe, e desejando “graça e paz”. O apóstolo Paulo abre quase todas as suas cartas exatamente assim.

Mas repare no que torna esta saudação diferente de todas as outras: a graça e a paz não vêm só de João. Elas vêm “da parte daquele que é, que era e que há de vir”: o Pai, e “da parte dos sete Espíritos”, o Espírito Santo. E, já no versículo seguinte, vamos ver a terceira parte: “da parte de Jesus Cristo”. Uma saudação, três fontes, um só Deus.

Ou seja: antes mesmo de qualquer visão começar, o Apocalipse já está te mostrando a Trindade inteira, Pai, Espírito e Filho, reunida para te desejar graça e paz. Este livro tão temido abre, de novo, com uma bênção.

✦Frase por frase

“João, às sete igrejas que se encontram na Ásia”

João escreve para sete igrejas reais, em sete cidades reais da província romana da Ásia, que hoje fica na costa oeste da Turquia, não no continente asiático que conhecemos. Vamos visitar cada uma delas nos capítulos 2 e 3.

Mas existiam mais de sete igrejas na região naquela época. Então por que só sete? Porque, na Bíblia, o número sete representa plenitude, algo completo. Ao escolher sete igrejas, o Apocalipse está falando, através delas, a toda a igreja de todos os tempos: inclusive à sua. A própria Bíblia cita igrejas em Colossos e Hierápolis (Colossenses 1:2 e 4:13) e em Trôade (Atos 20:6-7). E a explicação mais antiga que temos é de Vitorino de Petávio, por volta do ano 260: “o que diz a uma, diz a todas” (Comentário ao Apocalipse 1.7).

“Graça e paz a vós”

“Graça”, em grego, é cháris: o favor que você não merece e não pode comprar; Deus dando o melhor dele para quem só tinha o pior a oferecer. “Paz” é eirénê, a palavra que os judeus usavam para traduzir o hebraico shalom: mais do que ausência de guerra, é vida inteira, restaurada, sem nada faltando.

E aqui há uma beleza escondida. As cartas comuns daquela época, em grego, começavam sempre com a palavrinha chaírein: “saudações!” (você pode ver um exemplo na própria Bíblia, em Atos 15:23 e Tiago 1:1). Nas cartas dos apóstolos, no lugar de chaírein aparece cháris: “graça”, junto com o shalom judaico. Repare como as duas palavras soam parecido. Se a troca foi de propósito, o texto não diz, mas o resultado é uma saudação que une os dois mundos, grego e hebraico, no evangelho: não “passe bem”, mas “que a graça e a paz de Deus estejam sobre você”.

E por que unir as duas? Nas igrejas da Ásia havia judeus que tinham crido em Jesus e gregos (gentios) convertidos (em Éfeso, Atos 19:10 fala dos dois). Cada povo tinha o seu jeito próprio de cumprimentar: o grego dizia chaírein, “saudações”, e o judeu desejava shalom. Por isso dá para ler a saudação dupla como um abraço aos dois povos de uma vez. É uma leitura: o texto não explica a escolha. Não existe uma saudação para o judeu e outra para o grego: em Cristo, os dois viraram uma família só. É exatamente o que Paulo escreveu para igrejas dessa mesma região: “Ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um” (Efésios 2:14).

Repare também na ordem: primeiro graça, depois paz. Sempre nessa ordem nas cartas do Novo Testamento. É assim porque é assim que funciona: não existe paz verdadeira com Deus sem passar primeiro pela graça dele. A paz é fruto; a graça é a raiz.

“da parte daquele que é, que era e que há de vir”

Este é o nome que já explicamos na nota sobre o original: o Deus que nunca começou a existir e nunca vai deixar de existir. Repare na ordem estranha: “é, era, há de vir”, o presente vem primeiro. A maioria de nós diria “era, é, será”, do passado para o futuro. Deus começa pelo agora.

Por quê? Porque colocar o “é” na frente é o jeito de Deus dizer: EU ESTOU COM VOCÊS AGORA. Não é só o Deus que agiu no passado dos seus antepassados, nem só o Deus que vai agir num futuro distante: é o Deus presente, neste exato momento, no meio do seu povo. Para as igrejas que receberam esta carta, algumas debaixo de pressão, isso não era teoria: naquela hora difícil, naquele momento, Ele estava com elas. E o mesmo vale para você, hoje, agora, enquanto lê este caderno.

Essa sempre foi a marca do Deus da Bíblia. O nome do Filho anunciado pelo profeta é “Emanuel, que quer dizer: Deus conosco” (Mateus 1:23). E a última promessa de Jesus antes de subir ao céu foi exatamente esta: “eis que estou convosco todos os dias, até à consumação do século” (Mateus 28:20). O Deus “que é” não observa a sua vida de longe: Ele está nela.

“e da parte dos sete Espíritos que estão diante do seu trono”

Vamos entender isso com calma, porque o nome é estranho mas a ideia é simples.

1. Tem SÓ UM Espírito Santo, Não são sete espíritos diferentes voando por aí. É o único Espírito Santo de Deus. Você já conhece ele.

2. Mas o Espírito funciona de 7 formas diferentes: O Espírito Santo não é só uma coisa. Ele age de muitos jeitos. E a Bíblia escolheu o número 7 para resumir TODAS essas formas de jeito perfeito (porque 7 = completo, de novo).

3. Quais são essas 7 formas?: Estão em Isaías 11:2, falando sobre como o Espírito de Deus vai agir no Messias (Jesus). As sete são: (1) o próprio Espírito do Senhor, (2) Espírito de sabedoria, (3) Espírito de entendimento, (4) Espírito de conselho, (5) Espírito de força, (6) Espírito de conhecimento, (7) Espírito de temor do Senhor. Sete coisas que o MESMO Espírito faz. Essa ligação é antiga: Vitorino de Petávio, por volta do ano 260, já escrevia “lemos de um espírito sétuplo em Isaías” (Comentário ao Apocalipse 1.1). E o próprio Apocalipse liga os sete Espíritos aos “sete olhos” do Cordeiro (Apocalipse 5:6), imagem que vem de Zacarias 4:2 e 4:10.

4. O que isso muda na sua vida?: Significa que o Espírito Santo que vive em você não é meia-boca. Ele não é só “o bom Espírito genérico”. Ele é sábio, é conselheiro, é forte, te dá conhecimento, te ensina a temer a Deus. Tudo isso é UMA pessoa, o Espírito Santo, fazendo tudo simultaneamente. Você não precisa chamar um espírito para sabedoria e outro para força. Tem só um, e ele faz tudo.

Mais adiante, em Apocalipse 4:5, essas mesmas sete realidades vão aparecer como “sete tochas de fogo” diante do trono de Deus: é uma imagem visual para mostrar: o Espírito Santo está ali completo, pleno, com toda a força dele, sempre presente diante de Deus, sempre agindo. E este mesmo Espírito é oferecido a você, hoje, como fonte de graça e paz. Você recebe NÃO só um Espírito fraco e limitado, mas o Espírito COMPLETO em toda a plenitude.

✦Contexto histórico: um nome contra um trono

Para entender o peso desta carta, é preciso entender quem a escreveu e onde ele estava quando a escreveu. Éfeso era uma das maiores cidades da região e disputava com Esmirna e Pérgamo o título de “primeira da Ásia” (Ramsay, Letters, cap. 19). Estrabão a chama de maior centro de comércio da Ásia daquele lado dos montes Tauro, a grande serra do sul da atual Turquia (Geografia 14.1.24). Quantos moravam lá ninguém sabe ao certo: Groh calcula de 30 a 70 mil; o número de 250 mil, que às vezes circula, é o mais alto.

Segundo Ireneu de Lyon, por volta do ano 180, João morou em Éfeso e ficou ali até o tempo do imperador Trajano (Contra as Heresias 3.1.1 e 3.3.4). Eusébio e Clemente de Alexandria contam que ele foi para Éfeso depois de voltar de Patmos e que dali visitava as igrejas vizinhas (Eusébio, História Eclesiástica 3.20.11 e 3.23.6). Se ele já morava em Éfeso antes do exílio, as fontes antigas não dizem.

A tradição conta que, no governo do imperador Domiciano, João foi mandado para Patmos (Eusébio, História Eclesiástica 3.18.1). Ireneu de Lyon, por volta do ano 180, diz que a visão foi vista “no fim do reinado de Domiciano” (Contra as Heresias 5.30.3). Domiciano era desconfiado e violento, e gostava de ser chamado de “senhor” e “deus” (Suetônio, Vida de Domiciano 13 e 14; Dio Cássio, História Romana 67.13.4). Quem assinou a ordem contra João, se o imperador ou o governador da província, nenhuma fonte antiga diz.

Tertuliano, por volta do ano 200, conta outra versão: em Roma, João foi jogado em óleo fervendo, não sofreu nada e depois foi mandado para uma ilha (Prescrição contra os hereges 36). Ele não diz o nome da ilha nem do imperador.

Patmos fica no mar Egeu, a uns 60 quilômetros da costa da atual Turquia e uns 100 quilômetros, em linha reta, de Éfeso. Era ali, longe do seu povo, que João recebeu as visões que se tornaram este livro.

E é crucial saber disso ao ler este versículo 4, porque a graça e a paz que João deseja para as sete igrejas não eram teóricas. Ele estava escrevendo de longe, numa ilha, por causa da mesma fé que ele pedia àqueles cristãos que guardassem. Cada palavra desta saudação era um grito do coração de um servo longe de casa para seus irmãos ainda sob pressão.

No fim do primeiro século, o imperador romano Domiciano passou a ser chamado de dominus et deus noster, “nosso senhor e deus”. O historiador Suetônio conta que uma carta oficial dele começava assim, e depois virou costume chamá-lo desse jeito por escrito e em conversa (Vida de Domiciano 13.2). E as cidades da Ásia disputavam a honra de ter templo ao imperador. Pérgamo tinha templo a Augusto (Tácito, Anais 4.37). Esmirna ganhou, no ano 26, o direito de erguer um templo a Tibério (Tácito, Anais 4.55 e 4.56).

Quando as sete igrejas ouviram esta carta, João estava em Patmos “por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (Apocalipse 1:9). Se o motivo foi recusar o culto ao imperador, o texto não diz: é uma hipótese.

Em algumas cidades, quem não honrava os deuses e o imperador podia ser denunciado pelos vizinhos. Décadas depois, em Esmirna, pediram a Policarpo que dissesse “César é Senhor”, e ele morreu por recusar (Martírio de Policarpo 8.2). João já conhecia o preço de ser fiel. Agora ele escrevia para igrejas que enfrentavam a mesma pressão: a graça e a paz não vêm do palácio de Roma. Vêm “daquele que é, que era e que há de vir”: um trono muito mais alto e muito mais antigo do que qualquer império, e muito mais digno de lealdade.

Imagine o efeito dessas palavras sendo lidas em voz alta numa dessas igrejas: talvez até na própria Éfeso, a cidade onde a tradição diz que João morou. Sabendo que a cidade tinha templo para o imperador, e que o homem que escrevia aquela carta estava numa ilha por causa da sua fé, a mensagem ecoava com força quase irresistível: vocês têm um Senhor de verdade, e Ele nunca vai deixar de ser quem é, e nem mesmo uma ilha longe de casa consegue silenciar essa verdade.

✦ Você sabia? O número sete costura o livro inteiro

As sete igrejas são só o começo. O número sete atravessa o Apocalipse de ponta a ponta: sete Espíritos, sete candeeiros, sete estrelas, sete selos, sete trombetas, sete taças, sete bem-aventuranças, a palavra “sete” aparece dezenas de vezes no livro, muito mais do que em qualquer outro livro do Novo Testamento.

Na linguagem da Bíblia, sete é o número da plenitude, da obra completa, como os sete dias da criação. Toda vez que você encontrar um “sete” no Apocalipse, leia assim: “completo, inteiro, sem faltar nada”. É uma das chaves de leitura mais úteis de todo o livro.

✦ Você sabia? A Trindade escondida na saudação

Se você nunca ouviu falar da palavra “Trindade” (ou já ouviu mas nunca entendeu direito), vamos com calma. 1. a Bíblia inteira afirma que existe UM só Deus, não dois, não três. Um. 2. mas esse único Deus existe em três pessoas: o Pai, o Filho (Jesus) e o Espírito Santo.

3. não são três deuses diferentes, nem três “disfarces” do mesmo Deus. São três pessoas que amam, falam e agem, e que juntas são o único Deus. É um mistério grande demais para a nossa cabeça? É. E tudo bem: se a gente conseguisse explicar Deus por completo, ele seria pequeno demais para ser Deus.

4. agora olhe de novo para os versículos 4 e 5. A graça e a paz vêm “daquele que é, que era e que há de vir” (o Pai), “dos sete Espíritos” (o Espírito Santo) e, a seguir, “de Jesus Cristo” (o Filho). Os três aparecem juntos, dando a mesma bênção. Antes mesmo da primeira visão, o Apocalipse já mostra o Deus Trino, três pessoas, um só Deus, por trás de tudo o que vem a seguir.

✦O que este versículo está me mostrando sobre Jesus?

Esta é a pergunta que vamos fazer em todos os estudos, do primeiro ao último versículo. Ela é a bússola da nossa caminhada.

Este versículo ainda não cita Jesus pelo nome, isso só acontece no próximo, mas Ele já está presente, dando graça e paz junto com o Pai e o Espírito. Isso me mostra um Jesus que sempre esteve no centro do plano de Deus, mesmo quando o texto ainda não pronunciou o seu nome.

E me mostra um Jesus que compartilha o mesmo trono eterno do Pai. A saudação de Deus, “aquele que é, e que era, e que há de vir”, vai ecoar mais adiante nos próprios lábios de Jesus (Apocalipse 1:8 e 22:13). O Deus eterno da abertura e o Jesus que vamos conhecer no fim do capítulo são o mesmo Senhor.

✦❤ Aplicação para a minha vida

O Apocalipse não foi escrito só para ser entendido. Foi escrito para ser vivido. Escolha pelo menos uma destas atitudes para praticar hoje:

1. Receba a graça antes das notícias

Antes de abrir qualquer rede social ou notícia hoje, pare e receba, de propósito, a graça e a paz que vêm de Deus. Deixe que a primeira mensagem do seu dia venha dele, não do mundo.

2. Ore pelo Espírito séptuplo

Escolha uma das sete características de Isaías 11:2, sabedoria, entendimento, conselho, força, conhecimento, temor do Senhor, e peça a Deus, hoje, que essa característica cresça em você.

3. Lembre quem está no trono

Quando algo na sua semana parecer maior do que Deus, uma pressão, um medo, uma notícia ruim, repita para si mesmo: “Ele é, Ele era, Ele há de vir”. Nada muda o trono onde Ele está sentado.

✦Resumo do estudo

Se você só puder guardar algumas coisas de hoje, guarde estas:

PARA GUARDAR NO CORAÇÃO
A graça e a paz que você recebe hoje não vêm de nenhum trono humano. Vêm daquele que é, que era e que há de vir.

✦Versículos para ler junto

Estes versículos iluminam o nome de Deus e o Espírito séptuplo de hoje:

Êxodo 3:14: Deus responde a Moisés: “Eu sou o que sou”. É a raiz do nome “aquele que é” que João usa para abrir a sua carta.

Isaías 11:2: As sete marcas do Espírito do Senhor sobre o Messias, a base para a expressão “sete Espíritos” do nosso versículo.

Efésios 2:14-18: Escrevendo para essa mesma região, Paulo explica a saudação dupla: Cristo, “que de ambos fez um”, reconciliou judeus e gentios num só povo, e anunciou paz aos de perto e aos de longe.

Zacarias 4:6: “Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.” A vitória das sete igrejas perseguidas dependeria do mesmo Espírito.

2 Coríntios 13:13: Paulo também encerra uma carta com uma bênção que reúne as três pessoas da Trindade, graça de Cristo, amor de Deus e comunhão do Espírito.

Apocalipse 4:5: Mais adiante, o Apocalipse volta a descrever “sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus”, diante do mesmo trono citado aqui.

✦Minhas anotações sobre Apocalipse 1:4

O que Deus falou com você neste estudo? Escreva aqui. Não precisa ser bonito. Precisa ser verdadeiro.

✦Minha oração

Agora é a sua vez de falar com Deus. Se quiser, use esta oração como ponto de partida:

Senhor, tu és aquele que és, que eras e que hás de vir: o mesmo ontem, hoje e para sempre. Recebo hoje a tua graça e a tua paz. Enche-me do teu Espírito e me lembra, sempre que eu tiver medo, que nenhum trono humano é maior do que o teu. Em nome de Jesus, amém.

Ou escreva a sua própria oração:

✦No próximo estudo

Apocalipse 1:5: Aquele que nos ama

A saudação continua, e agora chega a vez de Jesus ser apresentado com três títulos impressionantes, e depois com a frase mais pessoal do capítulo inteiro: “aquele que nos ama”. Vamos descobrir por que esse amor custou sangue.

✦
Continue lendo. Continue perguntando.
E continue caminhando comigo, um versículo de cada vez.
@entrerevelacoes · entrerevelacoes.com.br

Quer estudar com caneta na mão?

Este estudo também existe em caderno PDF, com espaço para anotações e sua oração: grátis, feito para guardar.

Baixar o caderno (PDF)
Enviar para alguém

Comentários

Deixe seu comentário, aprendizado ou reflexão. Ele chega direto para mim e pode ser respondido por e-mail. ♡